Sempre foi no silêncio
que nasceu a rosa
a flor
da palavra.
Os frutos por colher
em mim
de uma árvore por crescer
no desconhecido jardim.
No silêncio
o meu segredo fala
de desgraça e miséria
(ele que me não fala)
Oco, foi o espaço do horror
dos ignóbeis humanos ritos
onde brotou o mal engolidor
dos meus gritos.
Oco foi o vazio
onde passei a dor
mas no silêncio,
passa ela a ser flor.
No silêncio
me orientei para a felicidade
de mãos abertas
de mãos cheias de rosas.
Mas o meu segredo
não as quis, às rosas
e as minhas mãos envelheceram
mas as rosas, não.
São flores desfeitas
pétalas soltas,
perfumes ao vento
sementes a semear
por dentro do tempo.
São rosas-poentes
São flores da dor
São rosas-sementes
por germinar
dentro do amor.
14 Junho 2110
Monday, 14 June 2010
Thursday, 20 May 2010
O ROSTO
<< Os traços do rosto do outro não são mediadores dialéticos do Outro mas o lugar visível em que Deus se revela >>
Miguel Baptista Pereira, em Visão de Deus, de Nicolau de Cusa
Miguel Baptista Pereira, em Visão de Deus, de Nicolau de Cusa
Qué vá
"Rabbit", he said, "Thou art very wonderful"
"Qué vá", she said. "But to try to learn all of that which goes into wifewood in a day while we are breaking camp and packing for a battle with another battle passing in the country above is a rare thing and if i make serious mistakes thou must tell me."
~ For Whom the Bell Tolls
"Qué vá", she said. "But to try to learn all of that which goes into wifewood in a day while we are breaking camp and packing for a battle with another battle passing in the country above is a rare thing and if i make serious mistakes thou must tell me."
~ For Whom the Bell Tolls
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